Vivendo sob o regime ditatorial desde 1952,quando as forças armadas tomaram poder da monarquia,o Egito mergulha hoje numa onda de protestos contra o presidente Hosni Mubarack,81 anos, que asssumiu o país em 1981, após o assassinato do presidente Anwar Sadat. Desde o início do governo ditatorial o Egito, tem comprado brigas. Com a Inglaterra e França, para reaver o direito sobre o canal de Suez, e a briga contra o país inimigo da região Israel,que venceu a guerra do Yom Kipur em 1973.
Entenda a crise no Egito
Milhares de pessoas saíram ás ruas pedindo a renúncia do presidente Hosni Mubarak, inspiradas no movimento popular da Tunísia, que após um mês de protestos destituiu o presidente Zine El Abidine Ben Ali.O governante Tunísiano governou o país por 23 anos.
O Egito tem a maior população do mundo árabe com 80 milhões de pessoas,esses protestos nessa região são inusitados especialmente em países que são governados por mão de ferro dos ditadores e autoridades muçulmanas.O Egito passa hoje por vários problemas sociais e restrição a liberdade. O país é o grande aliado dos Estados Unidos no mundo árabe. Os egípcios administram o canal Suez que é a importante ligação do petróleo aos países desenvolvidos,especialmente os EUA-que apoia Israel,o "eterno" inimigo dos países muçulmanos.A irmandade Muçulmana,organização da qual se originou a facção palestina Hamas- manifestou seu apoio oficial aos protestos, anteriormente não havia se pronunciado.
A população estava fazendo uso das redes sociais para convocarem as pessoas para os protestos,mas o governo bloqueou a internet- causando mais indignação. De acordo com dados da ONU, já passam de 300 pessoas mortas desde o início dos conflitos. O presidente Mubarak afirmou que não vai tentar a sua quinta reeleição e que deixará o governo em setembro.
Por: Neilor Araújo


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